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	<title>Maker&#039;s Web</title>
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		<title>Inauguração Maker&#8217;s Web</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AzorMachine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
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		<description><![CDATA[A Maker&#8217;s Web, é um portal destinado ao conhecimento dos jogadores, e criadores de jogos. Aqui temos uma equipe de colaboradores sempre desenvolvendo um material diferente para você, desde textos como referência, a noticias e revisões sobre games e filmes que estão sendo exibidos, ou prestes a lançar, e também, recursos para a criação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/mw.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-156" title="Maker's Web" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/mw.png" alt="" width="520" height="280" /></a></p>
<p>A Maker&#8217;s Web, é um portal destinado ao conhecimento dos jogadores, e criadores de jogos. Aqui temos uma equipe de colaboradores sempre desenvolvendo um material diferente para você, desde textos como referência, a noticias e revisões sobre games e filmes que estão sendo exibidos, ou prestes a lançar, e também, recursos para a criação de jogos.</p>
<p>O site foi criado com o intuito de ser um ponto de informações, logo somos abertos a todas as comunidades e membros que tiverem algo para oferecer. Em breve será aberta uma pagina para quem queira inscrever algum material na MW. Com isso esperamos aumentar ainda mais a disponibilização de conteúdo aos membros.</p>
<p>Daqui da MW você também poderá acompanhar todas as notícias presentes no mundo maker, e no mundo dos filmes e jogos. Estaremos sempre firmando parcerias com grandes sites desses segmentos, para cada vez trazer mais material para nossos membros.</p>
<p>Outra surpresa, porém essa só para os makers. Estamos desenvolvendo uma gama de ferramentas para simplificar sua vida no maker. Em breve elas estarão online para todos. Enquanto não saem, aproveitem o material aqui disposto.</p>
<p>Um abraço da Equipe Maker&#8217;s Web.</p>
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		<title>Sobre a Criação de Jogos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 20:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LukPla60</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dev]]></category>

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		<description><![CDATA[O problema que hoje encontramos para a criação de jogos é justo o que nos possibilita praticá-la: Ela já é muito acessível. Em um campo tão acessível a tantas pessoas com tamanha variedade de idéias e habilidades, como conseguir sucesso ou destaque? Como criar algo que agrade a você e a outras pessoas, e como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/glx.png"><img class="size-full wp-image-147  aligncenter" title="Super Mario Galaxy 2" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/glx.png" alt="" width="520" height="280" /></a></p>
<p>O problema que hoje encontramos para a criação de jogos é justo o que nos possibilita praticá-la: Ela já é muito acessível. Em um campo tão acessível a tantas pessoas com tamanha variedade de idéias e habilidades, como conseguir sucesso ou destaque? Como criar algo que agrade a você e a outras pessoas, e como conseguir que elas joguem o seu jogo em meio a tantos outros?</p>
<p>Pode-se aprender muito sobre a criação de jogos conhecendo um pouco de sua história. A função dos jogos evoluiu com o tempo, saindo de um mero teste de habilidade para uma complexa relação de jogabilidade e enredo. O que seu jogo precisa para ganhar destaque é de uma relação bem elaborada entre esses fatores e uma boa idéia bem aproveitada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/gamesevo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-148" title="A Evolução dos Jogos" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/gamesevo.png" alt="" width="600" height="200" /></a><span style="font-size: x-small;"><em>Os jogos evoluíram com o tempo&#8230;</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p>O jogo vai começar com idéia. Tudo começa com uma idéia. Não precisar ser uma idéia muito complexa ou genial. Tem que ser algo original e aproveitável. Algo diferente do que todo mundo faz, mas algo que você consiga fazer. Se você tiver uma idéia complexa demais, você não vai conseguir executá-la de maneira que todos consigam entendê-la. Se você fizer uma ótima programação em um jogo que lembra muito algum outro jogo bom, ninguém vai querer jogar o seu porque já existe outro igual. O segredo é se ater ao simples e original. Não medíocre, mas algo quer seja simples de se entender e executar. E quanto ao original, basta exercitar sua criatividade de maneira simples. Faça algo novo que agrade você, e estará no caminho certo para agradar os outros.</p>
<p>Mas a idéia só é válida se for bem utilizada. Para isso, você precisará de um enredo. Sendo ele linear ou não (ou seja, não importa se o jogador pode ou não mudar os fatos da história), precisa haver uma boa interação entre o jogador e a história. Ela precisa cativar e despertar interesse no jogador, e ao mesmo tempo estar totalmente relacionada à jogabilidade. Para isso, novamente é necessário se concentrar no simples e original. Porém o enredo necessita de um nível de detalhamento maior do que a idéia crua, já que precisará ser coerente, parecer verossímil e ainda cativar ao leitor. O segredo é investir nos seus três aspectos principais: O Cenário (local onde a história acontece), As Personagens (que participam da história) e A Trama (a história em si).</p>
<p>Quando você possuir um roteiro escrito no papel (ou no caso, no Word), precisa passar para o planejamento. Como você vai colocar esse enredo em forma de jogo? É nisso que você precisa pensar, e nos detalhes. Minha recomendação pessoal é que se faça um planejamento escrito pensando em todos os detalhes, de maneira a facilitar a execução de todo o projeto.</p>
<p>Logo, você começará a trabalhar na jogabilidade. Ela deve ser criada com base no roteiro do jogo. Com harmonia e relação com ele. Se você cria um jogo sobre guerra moderna e utiliza um sistema de batalha ao estilo Final Fantasy você não teve uma relação coerente entre roteiro e jogabilidade. Se você faz um jogo com uma história complexa sobre ninjas e tudo que você precisa fazer é pular obstáculos, você não aproveitou bem o enredo. A transformação do enredo em jogo é que vai determinar se seu game é apenas uma história contada com botões a serem apertados ou uma história a ser “vivida” pelo jogador e pelas personagens. Novamente, não é necessário criar sistemas demasiado complexos, mas que atendam aos quatro aspectos mais importantes da jogabilidade: Coerência com o enredo, Dificuldade (o nível de desafio deve ser equilibrado), Entretenimento (tem que ser divertido) e Funcionalidade (tem que ter o mínimo de falhas possível).</p>
<p>Com esses pontos devidamente organizados e executados, você deve ir para os outros níveis da criação do jogo, como estética e publicidade. Hoje em dia, com a grande qualidade dos gráficos modernos, existe a idéia de que os gráficos bons têm de ser realistas. Na verdade, o importante nos gráficos é que eles sejam coerentes com a história, bonitos de se ver (o que implica harmonia entre eles) e compreensivos (eu tenho que saber que o char de um pato é um pato). Isso basta. Não é necessário fazer gráficos 3D de deixar todo mundo de queixo caído. Agora, para que os outros se interessem por seu jogo, você precisa saber apresentar a idéia do jogo, a trama principal e a jogabilidade de maneira atraente e bonita. Basta ser objetivo e tentar, literalmente, convencer as pessoas a jogarem seu jogo, dizendo porque ele vale a pena.</p>
<p>Se vocês não acreditam em mim e acham que o que precisam é de um MORPG com gráficos 3D e um sistema com milhões de números, apenas olhem para os grandes clássicos. “Super Mario World”, “The Legend of Zelda”, “Final Fantasy” são exemplos de jogos com gráficos, jogabilidade e enredo simples, mas que até hoje são jogados por muitos. Faça você mesmo seu clássico.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/marioevo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-149" title="A Evolução de Mario" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/09/marioevo.png" alt="" width="530" height="384" /></a><span style="font-size: x-small;"><em>Os melhores jogos começaram simples</em></span></p>
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		<title>Games: Dos Jogadores, aos Criadores</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 00:31:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LukPla60</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está lendo isso, então você provavelmente gosta de jogos virtuais. Por alguma razão esse gênero o agrada e o fascina. Quero começar falando um pouco sobre essa razão. Os jogos virtuais começaram por volta da década de setenta, em conjunto com uma nova efervescência cultural e tecnológica que o mundo sofria. Logo caíram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/lukartigo.png"><img class="size-full wp-image-141 aligncenter" title="Fascínio por Games" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/lukartigo.png" alt="" width="520" height="280" /></a></p>
<p>Se você está lendo isso, então você provavelmente gosta de jogos virtuais. Por alguma razão esse gênero o agrada e o fascina. Quero começar falando um pouco sobre essa razão.</p>
<p>Os jogos virtuais começaram por volta da década de setenta, em conjunto com uma nova efervescência cultural e tecnológica que o mundo sofria. Logo caíram no gosto do público, especialmente dos jovens abertos a novas idéias. Na época, poucos podiam ver como seria grande a revolução que esses chamados “games” trariam, em grande parte graças a sua aparência primitiva e jogabilidade limitada.</p>
<p>Inicialmente, a função de um jogo era de testar a habilidade de seu jogador e eventualmente causar competição (com outros jogadores ou com ele próprio). Essa habilidade era medida em dois quesitos: coordenação motora e inteligência. Diferentemente dos jogos de hoje, os primeiros games não contavam uma história, apenas traçavam um plano de fundo vago onde a jogabilidade seria inserida, e muitas vezes nem isso ocorria. Isso pode ser visualizado em jogos famosos como “Space Invaders” e “Tetris”. Essa foi principal razão que impediu um maior crescimento na popularidade dos games em sua alvorada, já que a sociedade valorizava cada vez mais os filmes e as histórias que eles contavam. A falta de um enredo em um jogo desinteressava muitos.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/tetris.png"><img class="size-full wp-image-134 aligncenter" title="TETRIS" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/tetris.png" alt="" width="320" height="240" /></a><span style="font-size: x-small;"><em>Jogos como Tetris apenas testavam a coordenação motora e inteligência</em></span></p>
<p>Mas logo esse obstáculo foi derrubado com a chegada de games com personagens marcantes e enredos cada vez mais complexos. Ainda havia maior  foco na jogabilidade, mas agora o jogador podia entender melhor a história e simpatizar com certas personagens, o que aumentou ainda mais a popularidade dos jogos. Um clássico exemplo disso são as primeiras versões da aclamada série Mario. Ao mesmo tempo, surgiam jogos que retratavam ainda mais elementos da realidade, como jogos de esporte ou aventuras simples.</p>
<p>O desenvolvimento dos games não parou por aí. Com o surgimento de jogos como “The Legend of Zelda” os criadores de jogos começaram a perceber que era possível contar histórias complexas e cativantes e elaborar videogames que testassem cada vez mais a habilidade e inteligência do jogador. Logo, os jogos não só contavam histórias e testavam o jogador, mas permitiam que ele interagisse e até modificasse o enredo, criando uma revolução ainda maior que o próprio cinema. Outros jogos retratavam com cada vez maior fidelidade a realidade, deixando o jogador com a sensação de que ele fazia coisas que ele nunca pôde fazer. A interação entre as pessoas que muitos videogames proporcionavam também agradava a muitas pessoas.</p>
<p>Hoje, a indústria dos games é a mais lucrativa do ramo do entretenimento, onde vendas de jogos ultrapassam até mesmo os lucros de estréias de sucesso no cinema. E com o avanço da tecnologia e seu acesso divulgado à maior parte das pessoas, surge uma nova possibilidade para os fãs dos videogames: criar jogos. Nesse campo, os chamados “makers amadores” vêem um campo muito vasto para se exercitar a criatividade de diversas maneiras, e para tanto existem várias ferramentas que eles podem utilizar sem muitas dificuldades.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/indice1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-140" title="Como um jogo não deve ser feito" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/indice1.png" alt="" width="600" height="239" /></a><span style="font-size: x-small;"><em>Um exemplo de como as ferramentas de criação de jogos caíram até em mãos erradas&#8230;</em></span></p>
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		<title>Catherine &#8211; O sucessor de Persona</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 15:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AzorMachine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Interpretou mal a imagem? Esse é o novo lançamento da Atlus, um sim-date com muita sensualidade. Catherine. Leia mais para saber sobre esse jogo que está em produção pela mesma equipe de Persona.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/cathy.png"><img class="size-full wp-image-100 aligncenter" title="cathy" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2010/08/cathy.png" alt="Catherine - Imagem do jogo na revista Famitsu" width="520" height="280" /></a></p>
<p>Anunciado há pouco tempo pela Famitsu, o jogo Catherine tem ganho muito espaço mundo afora. O jogo está sendo produzido pela mesma equipe de Persona, e parece manter o mesmo estilo de sim-date, porém apelando para um lado sensual e macabro do gênero. Pela imagem acima, também podemos supor que Catherine terá uns toques de humor, mas nada confirmado, já que o único conteúdo disponível, é um Trailler em japonês.</p>
<p style="text-align: left;">Para os interessados, confiram em primeira mão o trailler de Catherine, um jogo que aposta num gênero de romance, com sensualidade, uma pitada de comédia, e ovelhas com gravatas.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span> </span> <span> </span> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cExya15jYWg?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/cExya15jYWg?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>RPG: da origem até hoje no Brasil!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 00:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arkhan Holycross</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o RPG é bem velhinho todos já sabem. Que ele fez algumas dezenas de anos há pouco tempo também todos já sabem, mas não sabem que o famoso D&#038;D já foi superado por outros cenários por algum tempo até voltar novamente ao seu velho posto: o topo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2009/08/ddrpg.png"><img class="size-full wp-image-119 aligncenter" title="RPG" src="http://www.universomaker.com/portal/wp-content/uploads/2009/08/ddrpg.png" alt="" width="520" height="280" /></a></p>
<p>Que o <strong>RPG </strong>é bem velhinho todos já sabem. Que ele fez algumas dezenas de anos há pouco tempo também todos já sabem, mas não sabem que o famoso <strong><em>D&amp;D</em></strong> já foi superado por outros cenários por algum tempo até voltar novamente ao seu velho posto: o topo.</p>
<p>O que isso tem a ver com o <em>RPG Maker</em>? Tudo! Se não fosse a idéia de <strong><em>J.R.R. Tolkien</em></strong> em juntar várias lendas em todas as partes do mundo em um universo só e daí criar um outro universo totalmente novo nós não teríamos essa incrível diversão tanto na mesa quanto em versão eletrônica. Saber qual o seu cenário preferido também faz parte de sua escolha para o seu projeto. Então vamos lá.</p>
<p><em><strong>Dungeons and Dragons</strong></em> foi suprema por muito tempo, seus elfos complexos, anões truculentos e fanfarrões, orcs tenebrosos, magos épicos e tramas mais épicas ainda foram inspirações para os mais variados jogos de mesa e eletrônicos, e o são até hoje.</p>
<p>Mas isso foi mudado por um tempo quando o velho <strong><em>D&amp;D</em></strong> se tornou um monstro de regras ao implementar o <strong><em>AD&amp;D</em></strong>, uma versão avançada das regras, que tirava a atenção da diversão e jogava tudo para o puro combate. Tá certo que <strong><em>D&amp;D</em></strong> sempre foi mais voltado para o &#8220;matar, pilhar e destruir&#8221;, mas a diversão não está nos números acumulados na planilha (ficha) do jogador, mas em como o jogador é desenvolto na história criada pelo narrador (mestre do jogo).</p>
<p>Ser &#8220;o Narrador&#8221; de um jogo de mesa era um real problema, mas o &#8220;<strong>Mundo das Trevas</strong>&#8221; veio pra mudar isso de figura. O sistema <em>Storyteller</em> (ou <em>Narrador</em>) era um velho conhecido, porém ainda pouco visado por muitos jogadores pelo seu tema, sempre voltado para o lado sombrio da mente e das lendas urbanas. Vampiros, Lobisomens, Múmias e seres sobrenaturais travavam uma batalha eterna entre si para impedir que o Fim do Mundo ocorresse de uma forma ou de outra. Estar a par de todas as situações na base da conversa tornou o jogo mais difícil que simples lances de dados para resolver todas as questões da vida.</p>
<p><strong>Vampiro </strong>foi o carro-chefe dessa nova fase &#8220;gótica&#8221; do RPG, trazendo junto com eles seus rivais <strong>Garou </strong>(<strong>Lobisomens</strong>, isso te lembra algum filme? Pois é, a <strong><em>White Wolf</em></strong>, dona do sistema tentou processar a produtora dos filmes mais de uma vez, acredite!) e também os misteriosos <strong>Magos</strong>. Formava-se aí o trio supremo do <strong>Mundo das Trevas</strong>, estes que seriam os responsáveis por mudar um pouco o jeito de se interpretar personagens.</p>
<p>O sistema tinha lá seus lances de dados, mas a interpretação superava qualquer lance de dados banais para sobrepor o glamour que é superar a própria criatividade com cenas tão belas ou cruéis quanto qualquer obra prima do cinema ou livros.</p>
<p>Hoje <strong><em>D&amp;D</em></strong> está de volta, o retorno se deu na edição 3.0 do sistema e se solidificou na versão revisada 3.5, que corrigia falhas graves de combate. <strong><em>D&amp;D</em></strong> preza agora e mais do que nunca a interpretação também, mas jamais sem perder o ritmo da pancadaria gratuita e desmedida.</p>
<p><strong>Moral</strong>: Então? Como será o seu jogo? Será recheado de história fantásticas e tramas além da compreensão ou será pancadaria gratuita e desmedida? Será que o tema de seu projeto é o ideal para o conteúdo que você possui?</p>
<p>Pense nisso.</p>
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